sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Atidade 3.4 Reflexão sobre a prendizagem

Nunca consegui entender a Educação sem a troca de conhecimentos, práticas e visões de mundo. Se a interação é importante na sala de aula, na relação entre o aluno e o professor ela se transforma em questão de sobrevivência na gestão e na formação dos profissionais da escola. Analisando as contribuições dos colegas do curso, percebi a preocupação que existe para que aconteça a aprendizagem, bem como com a forma de elaborar projetos na educação. Penso que é necessário mexer na estrutura da escola, investir na formação continuada dos professores e demais segmentos. Pois, o querer mudar e agir dos professores são fundamentais e necessários, porém, não é tudo, é preciso o conjunto institucional evoluir, propor e dar a sustentação necessária.

Atividade 3.2 Refletindo no coletivo

Os procedimentos didáticos nesta nova realidade devem privilegiar a construção coletiva dos conhecimentos, mediados pela tecnologia, na qual o professor é um participe pró-ativo que intermédia e orienta esta construção. Trata-se de uma inovação pedagógica fundamental no construtivismo sócio integracionista que, com os recursos da informática, levara o educador a ter muito mais oportunidade de compreender os processos mentais, os conceitos e as estratégias utilizadas pelo aluno e, com esse conhecimento, mediar e contribuir de maneira mais efetiva nesse processo de construção do conhecimento.

Atividade 3.3 Mapa conceitual

sábado, 15 de setembro de 2012

Texto para reflexão


                                    

                                  Tecnologia na Educação


Se a utilização da tecnologia, principalmente a informática, em nosso cotidiano é condição sine qua non para a realização de nossas tarefas e afazeres mais básicos, o que não dizer para a difícil ascensão profissional? Sabemos que a evolução tecnológica é como uma bola de neve, isto é, cresce a cada dia, e a ausência desse conhecimento faz-nos distanciar gradativamente do mundo real. Mas e o adolescente? E a criança? Os pais, alunos e profissionais da área acadêmica e outros profissionais pela educação de nossas crianças, vivem hoje uma grande preocupação: a necessidade de preparo técnico devido à presença marcante da tecnologia em nossas vidas seja nos shopping centers, nos bancos, nas residências e principalmente nas escolas. Será que todas as pessoas efetivamente, estão preparadas para a implementação da tecnologia na educação? Para nos localizarmos um pouco mais, vejamos o que seria tecnologia. Goodman & Sproull (1990) definem tecnologia como sendo o conhecimento de relações causa-efeito contido (embutido) nas máquinas e equipamentos utilizados para realizar um serviço ou fabricar um produto. Para usuários leigos da palavra, tecnologia significa o conjunto particular de dispositivos, máquinas e outros aparelhos empregados na empresa para a produção de seu resultado. Já para Fleury (1990), uma abordagem muito diferente enxerga a tecnologia como um pacote de informações organizadas de diversos tipos, provenientes de várias fontes e obtidos através de diversos métodos, utilizado na produção de bens.

Tecnologia da Educação


http://www.youtube.com/watch?v=0Z2VnWfe33M

Atividade 3.1 Pesquisa no you tube


                                           

 MUDANÇAS TECNOLOGICAS


As mudanças tecnológicas, ao mesmo tempo em que fazem com que o processo de trabalho se modifique, impulsionam novas formas de abordagem sobre a relação trabalho e capital. Tais mudanças trazem também implicações significativas para a definição de uma política educacional. Devido ao avanço tecnológico, ao impacto da informatização, à mundialização da economia, aos novos padrões de organização do trabalho, a grande indústria começa a reclamar por mudanças no sistema de ensino. A educação agora passa a ser uma questão econômica essencial para o desenvolvimento do sistema produtivo; assume centralidade nas discussões como necessidade estratégica dos países na promoção do desempenho econômico eficaz de sua população e única alternativa possível para o ingresso no novo cenário de competição internacional. Essa tem sido, até então, a argumentação mais usada nos programas  educacionais, tanto do governo quanto do empresariado, para assegurar aos indivíduos conhecimentos, habilidades cognitivas e competências sociais de acordo  com as exigências do mundo do trabalho. Se o processo de industrialização nos seus momentos iniciais exigia pouco da escola, e o domínio do conhecimento científico estava restrito aos criadores de máquinas e a alguns técnicos especializados, o momento atual, de mudanças substanciais na organização da produção e do trabalho, passa a requerer, além da expansão da escolaridade mínima, uma reorganização do sistema educacional que contemple o preparo de homens capazes de utilizar, difundir e produzir conhecimento científico necessário à competitividade dos setores produtivos. Ao mesmo tempo em que a demanda de ampliação das atividades educacionais se intensifica, o incremento da racionalização da organização da produção e do trabalho elimina a necessidade de um grande número de trabalhadores. As novas tecnologias e formas organizacionais do trabalho demandam uma qualificação superior da força de trabalho, o que poderá ser feito com a parcela de incluídos. Há, assim, no ar um ressuscitar da teoria do capital humano construída nos anos 60; os trabalhadores incluídos no processo de trabalho vão necessitar de novas capacidades intelectuais e comportamentais e a educação passa a se constituir em pilar fundamental do novo padrão de desenvolvimento econômico.